Após 7 dias, Telefônica normaliza serviços em Jabaquara, em SP
terça-feira, 9 de agosto de 2011Os serviços da Telefônica foram retomados, ao longo do último fim de semana, no bairro do Jabaquara, na zona sul de São Paulo
Os serviços da Telefônica foram retomados, ao longo do último fim de semana, no bairro da Saúde, na zona sul de São Paulo. Centenas de imóveis da região haviam ficado sem telefone e internet por mais de 160 horas.
No sábado retrasado (30), a fiação subterrânea da empresa na região foi possivelmente cortada, segundo a polícia, por ladrões de cabos de cobre. A empresa suspeita de um ato de vandalismo.
Segundo a empresa de telefonia, os serviços foram retomados em 100% ao longo do fim de semana. Durante a semana passada, diz a Telefônica, para a maioria dos clientes o serviço já havia sido normalizado.
A Telefônica não informou quantos clientes foram afetados. Mas segundo funcionários da empresa, que trabalhavam na última sexta-feira (5) no reparo da fiação e não quiseram se identificar, o problema afetou 50 mil pessoas.
Ainda de acordo com a empresa, os trabalhos no local deram trabalho porque ‘exigem novos trechos de cabos e emenda do par de fios de cobre de cada uma das linhas atingidas’.
PREJUÍZO
Moradores, comerciantes e até agências bancárias sofreram sem os serviços.
“Meu prejuízo é enorme. Na sexta retrasada gastei R$ 500 em anúncios e minha divulgação é toda nesse telefone. Nesta semana, atendi apenas um cliente”, afirma Sílvio dos Santos, dono da imobiliária da rua Paracatú.
Bancos também sofreram sem os serviços. O Itaú da altura do número 2.700 da avenida Jabaquara precisou fechar ontem, no segundo dia sem atividades na semana.
Outro Itaú, próximo dali, até funcionava, mas de forma precária. “Nossos caixas não foram afetados, mas os gerentes estão usando celulares próprios para trabalhar”, diz o atendente Guilherme Niza.
Já a auxiliar administrativa Maria Sandra Silva Noto, 36, que mora na rua Antônio Gomide, lamenta que o problema tenha surgido justamente na semana da volta às aulas. “Meus filhos estão indo à lan house fazer trabalhos”, diz.
Segundo funcionários da Telefônica, que trabalhavam no reparo da fiação e não quiseram se identificar, o problema afetou 50 mil pessoas.
A fiação de cobre tem sido alvo de criminosos na cidade. O quilo do material chega a valer R$ 16, e os fios subterrâneos são mais visados.
FURTOS EM ALTA
De acordo com a Telefônica, nos últimos 12 meses, cerca de 750 mil pessoas em São Paulo ficaram algum período sem serviço devido a furto de cabos de cobre.
Ainda segundo dados da empresa, entre 2009 e 2010, os furtos de fios cresceram mais de 40% (1.041 contra 1.483 km subtraídos). Só neste ano, entre janeiro e junho, foram furtados 682 km.
Há suspeita de que quadrilhas especializadas usem carros caracterizados, uniformes e até ordem de serviço fria. “Mas já desmantelamos uma quadrilha e estamos perto de prender outra”, diz o delegado Jan Plzak, do Deic (departamento de investigações de crime organizado).
Sobre os furtos de cabos, a Telefônica disse ter investido mais de R$ 40 milhões nos últimos 12 meses para reposição do material subtraído.
A empresa diz atender aos índices determinados pela Anatel: conserto em 24 horas em 98% dos casos e em 48 horas para o restante. Procon-SP e Anatel dizem que o cliente que se sentir lesado pode entrar na Justiça.
. Centenas de imóveis da região haviam ficado sem telefone e internet por mais de 160 horas.
No sábado retrasado (30), a fiação subterrânea da empresa na região foi possivelmente cortada, segundo a polícia, por ladrões de cabos de cobre. A empresa suspeita de um ato de vandalismo.
Segundo a empresa de telefonia, os serviços foram retomados em 100% ao longo do fim de semana. Durante a semana passada, diz a Telefônica, para a maioria dos clientes o serviço já havia sido normalizado.
A Telefônica não informou quantos clientes foram afetados. Mas segundo funcionários da empresa, que trabalhavam na última sexta-feira (5) no reparo da fiação e não quiseram se identificar, o problema afetou 50 mil pessoas.
Ainda de acordo com a empresa, os trabalhos no local deram trabalho porque ‘exigem novos trechos de cabos e emenda do par de fios de cobre de cada uma das linhas atingidas’.
PREJUÍZO
Moradores, comerciantes e até agências bancárias sofreram sem os serviços.
“Meu prejuízo é enorme. Na sexta retrasada gastei R$ 500 em anúncios e minha divulgação é toda nesse telefone. Nesta semana, atendi apenas um cliente”, afirma Sílvio dos Santos, dono da imobiliária da rua Paracatú.
Bancos também sofreram sem os serviços. O Itaú da altura do número 2.700 da avenida Jabaquara precisou fechar ontem, no segundo dia sem atividades na semana.
Outro Itaú, próximo dali, até funcionava, mas de forma precária. “Nossos caixas não foram afetados, mas os gerentes estão usando celulares próprios para trabalhar”, diz o atendente Guilherme Niza.
Já a auxiliar administrativa Maria Sandra Silva Noto, 36, que mora na rua Antônio Gomide, lamenta que o problema tenha surgido justamente na semana da volta às aulas. “Meus filhos estão indo à lan house fazer trabalhos”, diz.
Segundo funcionários da Telefônica, que trabalhavam no reparo da fiação e não quiseram se identificar, o problema afetou 50 mil pessoas.
A fiação de cobre tem sido alvo de criminosos na cidade. O quilo do material chega a valer R$ 16, e os fios subterrâneos são mais visados.
FURTOS EM ALTA
De acordo com a Telefônica, nos últimos 12 meses, cerca de 750 mil pessoas em São Paulo ficaram algum período sem serviço devido a furto de cabos de cobre.
Ainda segundo dados da empresa, entre 2009 e 2010, os furtos de fios cresceram mais de 40% (1.041 contra 1.483 km subtraídos). Só neste ano, entre janeiro e junho, foram furtados 682 km.
Há suspeita de que quadrilhas especializadas usem carros caracterizados, uniformes e até ordem de serviço fria. “Mas já desmantelamos uma quadrilha e estamos perto de prender outra”, diz o delegado Jan Plzak, do Deic (departamento de investigações de crime organizado).
Sobre os furtos de cabos, a Telefônica disse ter investido mais de R$ 40 milhões nos últimos 12 meses para reposição do material subtraído.
A empresa diz atender aos índices determinados pela Anatel: conserto em 24 horas em 98% dos casos e em 48 horas para o restante. Procon-SP e Anatel dizem que o cliente que se sentir lesado pode entrar na Justiça.
Fonte: Jornal Floripa
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